Sabe bem o que vem pela frente: Boa Esporte



#diadePalmeiras

O Verdão entra em campo neste sábado em Varginha pela série B às 16h20min, com transmissão (TV aberta) Globo e Band.


Boa Esporte:

O Boa faz uma boa campanha nesta série B com 7V 4E 3D e ocupa a sexta posição da tabela com 26 pontos e particularmente em casa tem 4V 2E 2D.

O técnico Nêdo Xavier trancou os portões essa semana e realizou o treinamento sem que a imprensa pudesse acompanhar e visa esse jogo e os próximos três de extrema importância para chegar ao G-4, principalmente contra o Palmeiras, pois acredita que quebrando nossa série invicta irá dar mais confiança ao time. O Boa venceu fora de casa a última rodada o São Caetano por 0-1 e o técnico deve manter a escalação:

Douglas; Petros, Ciro Sena, Everton Luiz e Silvio Carrasco; Rodrigo Souza, Betinho, Vinicius Hess e Marcelinho Paraíba; Luiz Paulo e Fernando Karanga

Desfalques:

Os zagueiros Walisson, Neylor e Carciano, além dos laterais Rafinha e Sheslon, que estão vetados pelo departamento médico.


Palmeiras:

As águas calmas nos acompanham nessa série B e após adquirir a gordura necessária o Palmeiras entra em campo hoje podendo poupar jogadores, sendo assim nomes como Eguren, Felipe Menezes, Tiago Alves, Fernandinho vão começar a partida, que tem como possível escalação:

Bruno, Luis Felipe, Tiago Alves, Henrique e Fernandinho; Eguren, Márcio Araújo, Charles e Felipe Menezes; Ananias e Alan Kardec.

Desfalques:

Poupados: Fernando Prass, Juninho, Vilson e Leandro.

Valdivia, com um edema na coxa direita não tem previsão de retorno e faz reforço muscular na academia e sobre ele Kleina falou:

"Temos que entender a necessidade de recuperar melhor os jogadores nesse grande números de partidas que temos feito. Vamos respeitar o desgaste de cada um."

Marcelo Oliveira, em recuperação de uma fisgada na panturrilha direita e Wesley cumprirá suspensão automática após ser expulso contra o Paysandu.


Vamos ganhar porco!

Relacionados para o confronto contra o Boa:

Depois do treino desta tarde Kleina relacionou 20 atletas para o confronto contra o Boa: 


Goleiros: Bruno e Vinicius (sub-20)
Laterais: Luis Felipe e Fernandinho
Zagueiros: Henrique, Tiago Alves e André Luiz
Volantes: Márcio Araújo, Charles, Eguren, Wendel e Renatinho
Meias: Mendieta, Felipe Menezes, Ronny e Serginho
Atacantes: Alan Kardec, Vinicius, Ananias e Caio



Desfalques:

Valdivia, com um edema na coxa direita
Marcelo Oliveira, em recuperação de uma fisgada na panturrilha direita.  
Wesley cumprirá suspensão automática após ser expulso contra o Paysandu.

Provável time:

Bruno; Luis Felipe, Henrique, Tiago Alves e Fernandinho; Eguren, Márcio Araújo, Charles e Felipe Menezes; Ananias e Alan Kardec.


Lembrando que o Palmeiras terá alguns jogadores poupados para essa partida, devido a gordura adquirida nessa série B e podendo aproveitar de 100% dos principais atletas para a Copa do Brasil.

OBRIGADA, PALMEIRAS!

Hoje, a convidada especial Ana Paula Santana (@AnaDeSant) irá fazer seu relato de amor ao Palmeiras.

Estou aqui recordando de quando o meu amor ao Palmeiras se fez valer, e foi na dor que o senti com mais intensidade, preferia que não fosse assim, mas foi como ele se apresentou para mim.
Nasci no período em que o Palmeiras estava na fila, jamais havia sentido o gostinho de comemorar um título, nem mesmo pela seleção brasileira que também há tempos não ganhava uma copa do mundo.
Passei tempos difíceis na minha infância, onde parentes e amigos tentavam fazer com que eu mudasse de time, e me mantinha firme, forte e resistente. Na escola, existia uma minoria palmeirense, e eu aguentava bravamente as piadas, enquanto os outros comemoravam títulos.
No ano de 1992 já havia indícios de que o título viria brevemente, pois o Palmeiras em conjunto com a Parmalat estavam montando um time digno de uma seleção. Até que chegamos em 1993, e a luta pelo título do campeonato paulista foi iniciada, com jogos de qualidade, belos lances e gols memoráveis, era praticamente impossível não acreditar que seriamos campeões.
A cada jogo que passava, a minha fé aumentava, era como se eu estivesse saindo de um poço bem fundo, nessa fase eu me senti o Batman ressurgindo (como sou fã não pude deixar de comparar) e cada vez com mais esperança.
E então chegamos a primeira partida da final, fiquei em casa e o meu pai foi ao Morumbi com parentes e amigos, lembro-me dele ao retornar, falando do estádio lotado e dos caras jogando saquinhos de mijo na cabeça do povo (risos). E sofremos aquele gol do Viola que saiu imitando o porco de maneira pejorativa, e ele e toda a "nação corintiana" acreditaram que tivessem nos exterminado, ledo engano.
Ao acabar aquele primeiro jogo, senti tristeza (óbvio), além do ódio e repugnância ao ato do jogador, mas eu assim como a torcida e toda a equipe palmeirense transformamos aquele ato depreciativo em força, tivemos a gana alimentada e de uma maneira positiva. O Luxemburgo soube trabalhar muito bem isso com os jogadores, aquele gol que nos esmureceu foi usado para motivá-los. 
Na segunda-feira fui à escola vestida com uma blusa de lã, verde e branca, e um colar que eu havia feito do Palmeiras, cheguei ao pátio de cabeça erguida, mostrando quem eu era, ouvi todos os tipos de piadas possíveis e inimagináveis, resisti bravamente as provocações, e a cada dia que passava a certeza de que a taça seria nossa somente aumentava. 
E na noite de sexta para sábado sonhei que o Palmeiras ganhava de 3 a 0 do Corinthians (depois do jogo falei pro meu pai que não havia sonhado com o gol na prorrogação), e após esse sonho fiz a minha mãe comprar tintas guache pra eu pintar o rosto de verde e branco.
Finalmente chegou o dia 12 de junho de 1993, mal consegui dormir, o coração acelerado, o meu rosto queimando e aquela tinta na cara. Nesse jogo o meu pai não foi e ficamos em casa, e então começa o jogo e o Palmeiras mostra a sua superioridade em campo, e a fé só aumentava, até que o Zinho fez o primeiro gol, nesse momento eu pirei! Saí gritando pela casa "É CAMPEÃO!" pela primeira vez, entrei em delírio, senti alívio, tudo ao mesmo tempo. Com aquele 1 a 0, já me vinha a certeza de que o arquirrival não viraria mais o jogo, e assim aconteceu. Vieram o 2º, o 3º e o 4º gol na prorrogação,  e foi o dia mais sensacional da minha vida no futebol! Fiquei em estado de graça, pulava, gritava, cantava, soprava a corneta, balançava a bandeira, sorria, chorava e não me cansava de repetir "É CAMPEÃO! É CAMPEÃO! É CAMPEÃO!".
No dia seguinte pelas ruas, e na minha escola somente via Palmeiras, cheguei em êxtase, todos os palmeirenses comemorando (tsunami verde em ação devastadora), e os rivais chorando com todas aquelas desculpas e mimimis. Desculpem-me, mas ganhar daquele time de 1993, era quase impossível, ele tinha qualidade técnica superior aos rivais, além da raça comprovada em campo. Ali eu tive a certeza que o meu amor ao Palmeiras era eterno e permaneceria com insucessos e glórias!
O Palmeiras é aquele que apanha muito, nível Muhammad Ali, mas quando bate é nocaute e a vitória torna-se inesquecível e ainda mais gloriosa aos olhos de quem é palmeirense, e de quem o respeita de verdade.
Obrigada, Palmeiras! Feliz 99 anos! Seguimos firmes rumo ao centenário!

O fator Charles

Charles, em seu momento Bronson, de "matador".

Uma das primeiras (e principais) contratações para o ano de 2013, o volante Charles é um daqueles jogadores que instigam a torcida e o treinador com a mesma pergunta: onde ele se encaixa em campo?

Oriundo do Cruzeiro, Charles veio junto com o lateral/volante Marcelo Oliveira na troca com o Luan. Na ocasião do negócio até dava para ficar desconfiado de como ele iria desempenhar seu papel no Palmeiras, afinal, pelo Cruzeiro em 2012 houve até um episódio no qual ele chorou em campo após vaias mais vorazes da torcida. Sabendo que somos uma torcida muito mais exigente do que a mineira, restava ver como ele aguentaria o tranco nos esperados momentos de dificuldade, inevitáveis em período de reconstrução. As expectativas não eram tão altas, tanto que o principal ponto da negociação naquele momento era a tão esperada saída do horrível Luan, um dos símbolos da baixa qualidade técnica que nos atormentou nos últimos anos.

No fim a emenda saiu melhor que o soneto. O camisa 28 se adaptou a camisa alviverde com uma inesperada facilidade e rapidamente se encaixou no time como segundo volante. Titular absoluto no primeiro semestre, foi um dos símbolos de um Palmeiras aguerrido na fase de classificação da Libertadores, marcando gols decisivos contra Tigre e Libertad, no Pacaembu. Charles marca razoavelmente bem, não comete muitas faltas, ocupa bem os espaços no campo, apoia com qualidade e tem um arremate preciso de longa distância. Dito tudo isso, dá para cravar a titularidade dele sem pestanejar, correto?

Mais ou menos. Pelo andar da carruagem, Charles provavelmente se estabelecerá como o 12º jogador do técnico Gilson Kleina. Wesley, que teoricamente ocupa a mesma faixa de campo, atravessa a melhor fase desde que chegou ao Palmeiras e o paraguaio Mendieta começa a se afirmar como titular devido as grandes exibições recentes. Mais atrás, na cabeça de área, Marcio Araújo não sai do grupo titular nem com mandato de prisão, mas caso aconteça o improvável e ele saia do time, o substituto imediato é o uruguaio Eguren. Considerando que Valdivia é titular absoluto (quando joga) e que o Kleina já sinalizou uma mudança de esquema que privilegia o uso de dois meias ofensivos, o primeiro jogador a ser sacado é o camisa 28. Mantendo esse esquema e lembrando das constantes contusões do meia chileno, podemos considerar também a rápida ascensão do jovem Felipe Meneses, que tem feito boas partidas quando entra.

O mesmo vale para uma configuração com 3 atacantes. Com Vinicius ou Ananias fazendo o papel do terceiro atacante junto com Leandro e Alan Kardec, o primeiro a sair é o Charles. Isso ficou visível nas últimas partidas, nas quais ele foi sacado já no intervalo ou com menos de 15 minutos do segundo tempo.

Eu vejo isso como uma mudança positiva em relação aos anos anteriores. Ganhamos uma excelente opção para o meio de campo, que não se abateu com a atmosfera sombria que ainda estava presente no início do ano e rapidamente conquistou a torcida com uma personalidade que tanto exigimos para jogadores que envergam a camisa alviverde. Tudo isso graças a um bom futebol praticado.

Um elenco forte se constrói com boas opções de banco que possuem tanta eficiência quanto os ditos titulares. Em um calendário tão apertado – para não dizer tosco – é vital termos jogadores como Charles, que possuem personalidade e não sentem o peso da camisa – ainda que a disputa para a segunda divisão não tenha a mesma competitividade e talento do que a divisão principal.

A esperança é que ele continue para o centenário e seja uma boa opção para quando precisarmos dele. E não apenas ele, mas todos os outros jogadores que assumirem a camisa do Palmeiras com personalidade e talento. O sucesso no centenário passa também pela presença de ótimos coadjuvantes.

E deu Palmeiras outra vez...



Mais uma vez na raça e também com alguns sustos o Palmeiras fez sua "obrigação" no jogo de ida da Copa do Brasil e venceu o Atlético Paranaense por 1 a 0, agora temos a vantagem no jogo de volta e podemos empatar ou até perder por uma diferença de um gol em “Atlético”, caso o placar seja de 1 a 0 para os donos da casa a vaga será decidida nos pênaltis.


 O Jogo:


Como já esperávamos um jogo com muita velocidade, o Palmeiras impôs uma forte marcação no campo de defesa adversária e logo aos 3 minutos o Palmeiras abriu o placar, em um escanteio batido por Mendieta, Vilson aproveitou a falha de marcação da defesa atleticana e de cabeça completou para o fundo do gol.

Mesmo com a vantagem no placar o Palmeiras continuou marcando a saída de bola adversária e desta forma conseguiu criar mais algumas chances de gol, Alan Kardec, Juninho e Mendieta tiveram a chance de ampliar o placar para o verdão, porém sem sucesso. O Atlético se encontrou no jogo, com um meio campo muito técnico tabelou e encontrou grandes espaços no miolo de zaga palmeirense, espaço dado pelo nosso GRANDE e “inquebrável” Marcio Araújo, que por muitas vezes deixou de dar combate e continuidade na marcação dos atacantes atleticanos e desta  forma  conseguiram criar duas chances claríssimas de gol, uma delas com Marcelo que parou no Fernando Prass que mais uma vez nos salvou.

Já no segundo tempo, o Palmeiras não entrou com a mesma pegada dos primeiros minutos de jogo, e foi completamente dominado pelo Atlético que mais uma vez teve jogadas criadas através do miolo da zaga palmeirense, que por falta de combate e de vontade do nosso “inquebrável” obrigou a saída de Henrique e Vilson para dar o combate no meia atleticano, porém a falta de pontaria e sorte dos atacantes  Marcelo, Ederson e Dellatorre nos salvaram de um “desastre”.

Aos 30 minutos de jogo Kleina modificou a equipe e tirou Juninho e Charles entraram Ronny e Eguren, este último resolveu nosso problema de marcação e tomou conta do miolo. No fim tivemos algumas chances de gol, mas erramos na pontaria. 


O Palmeiras tem grandes chances de passar para próxima fase da Copa PERDIGÃO do Brasil, não pelo resultado conquistado hoje mas pelo futebol  que vem apresentando na série B.



Atuações:

Nossa ideia aqui é que vários integrantes de nossa equipe atribuam notas ao jogadores, assim faremos uma média a cada jogo, e outra média para a temporada. Ao final do ano, teremos um diagnostico de quem, na visão deste blog, são os melhores e os piores do elenco. Portanto, seguem abaixo as notas atribuídas: Ariane (A), Borges (B), Juliane (J), Mark (M), Mari (MA) e Thiago (T). Para nós, o melhor em campo foi Vilson o melhor principalmente pelo gol e o pior foi Juninho: 

Prass  8,42
A 8
B 8
J 8,5
M 9
MA 9
T 8


Luís Felipe 4,75
A 5,5
B 6
J 4
M 3
MA 4
T 6


Henrique 6,92
A 7
B 8
J 6,5
M 7
MA 6
T 7

Vilson – 8,5
A 7,5
B 9
J 8,0
M 10
MA 8
T 8,5

Juninho – 3,83
A 4
B 5
J 4
M 2
MA 3
T 5


Márcio Araújo 6,0
A 8
B 5
J 7,5
M 2
MA 7
T 6,5

Charles – 5,67
A 6,5
B 5,5
J 6
M 6
MA 5
T 5

Wesley – 5,83
A 6
B 6
J 7
M 4
MA 7
T 5

Mendieta 7,5
A 8
B 7
J 7,5
M 7
MA 7,5
T 8


Ananias 5,83
A 6
B 7
J 5,5
M 5
MA 5
T 6,5


Allan Kardec – 6,67
A 7
B 7
J 7
M 7
MA 6,5
T 5,5


Eguren-  6,83
A7
B 7
J 7
M 7
MA 7
T 6



Kleina 5,08
A 4
B 6,5
J 5
M 3
MA 6
T 6

Ronny e Serginho S/N










Imagens de Palmeiras 1 x 0 Atlético-PR - 21/08









Fotos por Marcus Moreira.

Tsunami Verde 2013 - Palmeiras 99 anos!

Olá, porcada!

Dia 26 de agosto, nosso Verdão querido completa 99 anos de vida. Anos estes repletos de glórias. Como manda a tradição, todo aniversário acontece o Tsunami Verde. Caso queiram saber como surgiu, vejam o post do nosso colaborador Marcus, neste link aqui Tsunami Verde

Acredito que a maioria dos palmeirenses já participaram ao menos uma vez. Que tal divulgarmos para que mais palmeirenses possam aderir à idéia?! 

Dia 26, coloque seu manto sagrado e mostre o seu orgulho!


Vídeo produzido por Lipi Eliakin


Avanti, Palestra!


Relacionados para o confronto contra o Atlético-PR



Depois do treino desta tarde Kleina relacionou 20 atletas para o confronto contra o Atlético-PR: 

Goleiros: Fernando Prass e Bruno
Laterais: Luis Felipe, Juninho e Fernandinho
Zagueiros: Henrique, Vilson e Tiago Alves
Volantes: Márcio Araújo, Charles, Wesley e Eguren
Meais: Mendieta, Serginho, Ronny e Felipe Menezes
Atacantes: Leandro, Alan Kardec, Caio e Ananias

Desfalques: Valdivia com o edema na coxa direita (novidade) e Vinicius que está em readaptação física.

No treino Kleina treinou bola parada, jogadas ensaiadas e posicionamento de bolas aéreas.

A equipe provavel do jogo será: A equipe foi Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Wesley e Mendieta; Leandro, Alan Kardec e Ananias.

#Vamosganharporco

Sabe bem o que vem pela frente: Atlético-PR.



Amanhã é #diadePalmeiras



É dia de Palmeiras,  é dia de virar a chave torcedor, uma nova competição a Copa do Brasil, disputaremos uma série de mata-mata até chegar (se Deus quiser) ao título.

Estamos embalados e confiantes com a campanha na série B, mas sabemos que os times que estão disputando da série A são fortes e como atual campeão somos o time a ser batido MESMO os meios da imprensa já descartando nossas chances assim como o fizeram ano passado e AINDA bem que o futebol não é lógica.


O confronto:



Palmeiras x Atlético-pr se enfrentaram por 37 vezes, sendo 18 vitórias, 12 empates, 7 derrotas e o saldo de gol também é favorável sendo 51-37.

A última derrota foi no Brasileiro de 2010 e a última vitória foi a ano passado (2-0) pela Copa do Brasil, gols de Henrique e LUAN (sim ele mesmo).
Na Copa do Brasil especificamente foram 6 jogos, 4 vitórias, 2 empates e nenhuma derrota. Para aqueles que creem em números temos eles a nosso favor, tanto em casa, quanto fora.



Atlético-PR:



Vem de boa fase com oito jogos sem perder saindo do z4 para a  quinta colocação no campeonato brasileiro deste ano, eu coloco como destaques (nenhum dos dois estão confirmados para  a partida) Paulo Baier (aquele que não para nunca) motivado para chegar ao seu centésimo gol em brasileiros, não confirmado pela sequência grandes de jogos e pode ser poupado antes de partida e o artilheiro Ederson que com oito gols, não confirmado para o jogo uma vez que o atacante Dellatorre está liberado para voltar a jogar.



Possível escalação do CAP: Wéverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Pedro Botelho; João Paulo, Zezinho, Everton e Paulo Baier (Elias); Marcelo e Delattorre (Ederson)




Palmeiras:



Fase boa, tranquila, quem diria que a série B iria nos proporcionar dias assim, mesmo sendo um inferno, é um inferno de águas mornas e tranquilas e o palmeirense tende a concordar que faz anos que não passávamos por meses dessa calmaria. Entramos na competição como o time a ser batido, o atual campeão, aquele que vem para conseguir o BI seguido, eu particularmente acho que a atualidade dos times da série A é tão ruim tecnicamente que podemos SIM brigar pelo título.



Para o time, não teremos Valdivia com edema na coxa direita, também é dúvida para o jogo de volta. Porém, teremos a volta de Vilson, Vinicius e Leandro recuperado de dores lombares.



Kardec reiterou a importância da "gordura" na série B, podendo assim poupar jogadores para jogar a Copa do Brasil, falou ao GE:



"- As vitórias são importantes para termos gordura para queimar e poupar os mais cansados. A Copa do Brasil não permite isso. São só grandes jogos, a começar pelo Atlético-PR. Se terminarmos o primeiro turno com 46 pontos (mais duas vitórias) é um saldo muito bom, faltando ainda 19 rodadas. Não só pela história, mas por essa gordura para poupar jogadores que estão atuando desde o início do ano, com um desgaste maior - disse"



Possível escalação do Palmeiras:  Fernando Prass; Luis Felipe, Henrique, Vilson (André Luiz ou Tiago Alves) e Juninho; Márcio Araújo, Wesley e Mendieta; Leandro, Ananias e Alan Kardec. (escalação usada pelo Kleina no coletivo desta tarde).





Então, contra tudo e contra todos temos mais uma batalha rumo ao título, eu acredito e você?



Vamos ganhar porco!


O primeiro Tsunami Verde

Com a proximidade de mais um Tsunami Verde, ocasião em que os palmeirenses vestem a camisa para comemorar o aniversário de nosso Palmeiras, gostaria de falar das memórias da primeira edição.

No início de agosto de 2006, uma ideia pipocou nas listas de e-mail entre palmeirenses e logo foi espalhada pelas redes sociais vigentes do período (Orkut, MSN e Fotologs): sair pelas ruas com a camisa do Palmeiras no aniversário do clube. A ideia, cuja fundação foi do palestrino Marcelo Vicca, foi tomando forma ao longo do mês e culminou com diversos palmeirenses empunhando o escudo alviverde pelas ruas no dia 26 de agosto, então aniversário de 92 anos do Palmeiras. Era uma forma espontânea de todos os palestrinos demonstrarem amor ao clube em uma data especial.

O fato de o primeiro Tsunami Verde cair em um sábado também ajudou muito, pois sabemos que durante a semana é bem mais difícil, graças aos expedientes e as regras que as empresas impõem no que diz respeito à vestimenta. Nesse dia em especial, era possível ver palestrinos orgulhosos com suas camisas já por volta das 09h, em todas as regiões. Em todo trajeto que fiz naquele dia, observava palmeirenses, individualmente e em grupo, orgulhosos por colocar a camisa. E nem era dia de jogo, o que deixava tudo ainda mais sensacional. 

Se colocarmos na conta que estávamos em um ano terrível, brigando para fugir da segunda divisão e com baixas perspectivas de melhora, a demonstração de amor e o engajamento daquele dia ganha ainda mais força, porque a mensagem passada para o mundo era “estamos fechados com o Palmeiras independente da situação que vivemos”.

E foi um sucesso. Ao longo do dia, diversas fotos de palmeirenses surgiam de diversas partes do Brasil (e até exterior), jornais fizeram matérias a respeito e a repercussão foi tão boa que até hoje temos o Tsunami Verde. 

Em tempos de resgate do nosso orgulho, toda demonstração de amor ao Palmeiras é válida. Por isso, se possível, coloque sua camisa alviverde no aniversário do Palmeiras (e não apenas nessa data), afinal, o orgulho de ser palmeirense transcende data, local e momentos que o clube vive. 

Os meus Tsunamis
Em 2006 também participei do Tsunami Verde. Na ocasião, rumei para São Caetano do Sul com cerca de outros 60 palestrinos em uma ação de doação de provisões para um orfanato da região. Esta ação, cujo nome era “Movimento Palestra Solidário” ainda se repetiu por mais algumas vezes até meados de 2007. Em uma delas, contou com a presença da Acadêmicos da Savóia, antes de um jogo contra o São Caetano, no Anacleto Campanella. 

Nos anos seguintes, só consegui participar nas datas que caiam nos finais de semana ou em dias que tinham jogos no período próximo ao aniversário. No ano passado passei o final de semana inteiro com o uniforme, já que no sábado (dia 25) jogamos contra o Santos no Pacaembu e o dia seguinte era domingo. 

E como foram os Tsunamis de vocês?