Sabe bem o que vem pela frente: América-MG


Com o objetivo de ampliar a vantagem na tabela de classificação, o Verdão encara hoje às 16h20min, no estádio Independência, o América Mineiro.



As mudanças no time em relação ao que entrou em campo contra o ASA são o retorno de Henrique da seleção e Valdívia como titular, compondo o meio de campo com Mendieta, no entanto, Mendieta mesmo relacionado, é duvida. Como cumpriu suspensão nos últimos 2 jogos, teve pouco tempo para treinar. Caso seja necessário, Serginho será seu substituto com o time jogando no 4-3-3. Juninho, já recuperado, fica no banco dando lugar ao Wendel, improvisado na lateral esquerda, mas que se destacou no ultimo jogo.

O objetivo do Kleina, para garantir o acesso e então “cumprir tabela”, é a marca de 66 pontos. Para alcançar esse numero, ele desistiu de poupar os jogadores e vai optar por um time mais ofensivo. 

O América-MG é um dos rivais diretos no acesso. O time mineiro vem de duas vitorias consecutivas na competição e tendo 100% de aproveitamento após a chegada do técnico Silas. A equipe encara o duelo contra o Palmeiras como fundamental para se manter na briga pela classificação à elite. No primeiro turno, venceram o Palmeiras em Itu e pretendem repetir o feito jogando em casa. Com apenas a ausência de Nikão, que já vem desfalcando o time faz algumas rodadas, o técnico Silas pode até manter a mesma formação que venceu o Figueirense na ultima rodada.

Será o 19º confronto entre Palmeirenses e Americanos, com um total de nove vitórias do Palmeiras, cinco empates e quatro vitorias dos mineiros. O último jogo entre as equipes foi disputado no dia 1° de junho, em Itu, pela 3ª rodada desta Série B. No Estádio Novelli Júnior, a equipe de Belo Horizonte saiu vencedora por 1x0, gol de Nikão.

Estamos atualmente com 48 pontos, 15 pontos a frente do America- MG, em 5° lugar na tabela.

FICHA TÉCNICA:
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG) 
Data: 14 de setembro de 2013, sábado
Horário: 16h20 (de Brasília) 
Transmissão: PFC1 

Árbitro: Cláudio Mercante Júnior (PE) 
Assistentes: Roberto José de Oliveira (PE) e Marcelino Castro de Nazaré (PE)

AMÉRICA-MG: Matheus; Leandro Silva, Jaílton, Vitor Hugo e Danilo; Andrei Girotto, Claudinei, Leandro Ferreira e Bady; Willians e Alessandro
Técnico: Silas

PALMEIRAS: Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Wendel; Márcio Araújo, Wesley, Mendieta (Serginho) e Valdivia; Leandro e Alan Kardec
Técnico: Gilson Kleina


FORZA, PALESTRA!!!

Relacionados para América-MG x Palmeiras

Foi divulgada nesta tarde, a lista de relacionados para a partida de amanhã contra o América-MG, com o retorno de Henrique e Eguren, que defendiam suas seleções.

Juninho já recuperado deve ser banco e Wendel inicia a partida como titular. Ananias, que não joga desde a derrota contra o BOA em 24 de agosto devido a uma lesão, é outra novidade na lista.

Após atividade física, o treino coletivo iniciou com a formação: Fernando Prass; Luis Felipe, Henrique, Vilson e Wendel; Márcio Araújo, Wesley, Valdivia e Mendieta; Leandro e Alan Kardec logo após, Kleina trocou Mendieta por Serginho, para testar um sistema mais ofensivo.

O provável Palmeiras que vai à campo no sábado tem: Fernando Prass; Luis Felipe, Henrique, Vilson e Wendel; Márcio Araújo, Wesley, Mendieta ou Serginho e Valdivia; Leandro e Alan Kardec.

Vinicius, defendendo a seleção Brasileira sub-20, Fernandinho e Marcelo Oliveira em recuperação, Tiago Alves e Ronny com lesão, são os desfalques.


Confira a lista completa:
Goleiros: Fernando Prass e Bruno
Laterais: Luis Felipe e Juninho
Zagueiros: Vilson, Henrique e André Luiz
Volantes: Wendel, Márcio Araújo, Charles, Wesley e Eguren
Meias: Mendieta, Valdivia e Felipe Menezes
Atacantes: Alan Kardec, Leandro, Ananias e Serginho

Forza, Palestra!!

Uma reestreia animal

“Minhas melhores histórias foram vividas no Palestra”. Edmundo.
(Foto: Divulgação/WTorre)

A frase que introduz o texto foi dita por Edmundo em ocasião de sua visita as obras do novo Palestra Itália (Allianz Parque), na tarde de 11 de setembro de 2013, demonstrando todo o carinho pelo Palmeiras. 

Edmundo foi um dos maiores craques da história do Palmeiras. Com personalidade forte, irreverência, habilidade nos pés que poucos tinham e um espírito vencedor que tanto gostamos, ele pintou e bordou em cima das defesas adversárias. Partia para cima do adversário sem dó alguma e os humilhava, levando a torcida palmeirense ao êxtase. Foi um dos meus primeiros ídolos, ao lado de outros monstros sagrados como Evair, Zinho e Cesar Sampaio, heróis dentro de campo e que foram importantes esteios para um rejuvenescimento considerável da torcida na década de 90.

Em sua primeira passagem, Edmundo faturou nada menos do que 5 troféus, sendo o mais importante deles o Paulista de 93, humilhando os gambás na final e sendo o titulo que nos tirou de uma incômoda fila de 17 anos. Não suficiente, na sequência veio outro Paulista, um Rio-SP e dois brasileiros.

10 anos após sua saída, já em 2005, aconteceu uma reaproximação em um jogo chuvoso no Palestra entre Palmeiras 2 x 2 Figueirense, quando as rodadas finais se aproximavam. Na ocasião, o Palmeiras disputava vaga na libertadores e o Figueirense brigava para não ser rebaixado e  Edmundo, que defendia o time catarinense, evitou a derrota. Após o jogo, ele foi ovacionado pela torcida e a expectativa de todos era que ele retornasse para o Palmeiras ao término do campeonato brasileiro.

E ele retornou. No final de 2005, após um campeonato primoroso disputado pelo Figueirense, Edmundo foi apresentado junto com Paulo Baier para a temporada seguinte. Tínhamos mais um ídolo em campo, uma referência de um tempo vencedor e uma nova esperança em meio aos tempos difíceis que vivíamos.

Edmundo era um dos poucos ídolos que eu ainda não tinha visto no estádio defendendo o Palmeiras – minha primeira partida no Palestra foi em 1999 – e minha ansiedade para o campeonato começar e vê-lo em campo pela primeira vez era grande, mesmo sabendo que não era o mesmo animal de 1993. Mas isso não importava, era uma lenda viva e que pelo que tinha feito no Figueirense, ainda poderia fazer coisas boas pelo Palmeiras.

E o jogo que marcou o retorno do animal aconteceu no dia 12/01/2006, estreia do paulistão daquela temporada contra o Ituano.

A torcida estava muito empolgada com a volta do ídolo e mesmo em uma data tão estranha para jogos oficiais (muito disso por conta da Copa de 2006), as pessoas compareceram de forma massiva, com mais de 25 mil presentes. Não estou acostumado com o estádio lotado em jogos que abrem a temporada, ainda mais em época de "férias", mas esse era um jogo especial, afinal, as expectativas por uma boa temporada somada com a reestreia de um ídolo fizeram uma mistura perfeita para o caldeirão ferver. E o Palestra realmente pulsou naquela noite.

Enquanto a torcida fazia uma festa digna de Palmeiras na arquibancada, o narrador do Palestra passou a dizer a escalação. Além de ovacionar o São Marcos como de costume, um nome a mais foi anunciado:

- Número 7: EDMUNDO!

E o Palestra Itália explodiu. Na sequência vieram os cânticos para os jogadores e assim, pela primeira vez gritei de maneira oficial para Edmundo com a camisa do Palmeiras:

- AU AU AU, EDMUNDO É ANIMAL! AU AU AU, EDMUNDO É ANIMAL!

Arrepiei. Estava prestes a ver a reestreia de um ídolo que nos ajudou a recolocar as vitórias no caminho. Era um dos símbolos de vitórias no passado e esperança de novas conquistas no futuro. Acima de tudo, era aquele jogador que me fazia vibrar junto quando tinha 5 anos de idade, sendo um dos meus primeiros heróis.

O jogo começou e mesmo o gol relâmpago do Ituano não assustou a torcida. Pelo contrário, a cada toque de bola do Edmundo era uma ovação impressionante e mesmo fora de ritmo, ele demonstrava classe em seus toques, digno do craque que sempre foi.

No fim, ele não foi o responsável pela vitória – o Palmeiras empatou o jogo com o zagueiro Daniel e virou o jogo com o outro defensor, o respeitável Gamarra – mas saiu de campo aplaudido merecidamente. Um dos nossos ídolos estava de volta.

Infelizmente, a segunda passagem não foi como a primeira, afinal, os elencos nos quais ele pertenceu não alcançaram bons resultados. Mesmo assim, Edmundo é craque e teve momentos de brilhantismo digno para seu canto do cisne, sendo um dos artilheiros do Paulista de 2007 e acabando com clássicos, no qual o dérbi de 2007 foi o jogo mais notório. Mas também esbarrou em elencos fracos, técnicos patéticos, esquemas táticos risíveis e teve algumas atuações abaixo da média (como todo o time), o que dividiu algumas opiniões ao longo da sua segunda trajetória. Dividiu também os holofotes do período com Marcos, Diego Cavallieri, Juninho Paulista e Paulo Baier no primeiro ano e no segundo editou uma parceria interessante com o então ídolo emergente Valdívia. 

Ao final de sua segunda passagem, sua história ficou gravada com 233 jogos, 99 gols e 5 títulos de magnitude. Uma marca expressiva, digna dos grandes vencedores. 

Mas eu só tenho que agradecer por tudo o que fez pelo Palmeiras. Um dos melhores jogadores que vi jogar. É o retrato da vitória, da rebeldia, é a cara do Palmeiras campeão que amamos e é acima de tudo, o animal que imortalizou a camisa 7. 

Se as melhores histórias de Edmundo foram vividas no Palestra, que ele tenha a certeza de que a história de milhares de palmeirenses no Palestra foram muito mais felizes com ele em campo. 

Obrigado por tudo Edmundo, jogadores como você fazem muita falta no Palmeiras de hoje. E mais uma vez: AU AU AU, EDMUNDO É ANIMAL!




#MarcioAraujoNossoOrgulho


"I believe I can fly". Araújo, Marcio.
(Foto: Ari Ferreira/Lancenet)

Definitivamente a torcida do Palmeiras é uma das mais zoeiras da humanidade. Nesta tarde de 11/09, a tag #MarcioAraujoNossoOrgulho chegou em 1º lugar no TT do Brasileiro, conseguindo eclipsar até mesmo os comentários do ocorrido em 2001. Sim, ele conseguiu essa proeza.

Alguns dos tweets mais notórios foram:

"#MarcioAraujoNossoOrgulho Explicar a emoção de ser Márcio Araújo a quem não é Márcio Araújo é simplesmente Márcio Araújo."

"Scoppia che Márcio Araújo è nostro! #MarcioAraujoNossoOrgulho"

"Nao é pelos 0,20 centavos, é pelo #MarcioAraujoNossoOrgulho"

Existem coisas que o dinheiro não compra. Para todas as outras, existe #MarcioAraujoNossoOrgulho


"#MarcioAraujoNossoOrgulho  Mais que um Orgulho uma Religião :D"

"Não vi Einstein , não vi Martin Luther King ,mas vejo #MarcioAraujoNossoOrgulho toda semana nos jogos do Palmeiras . Emoção demais !"

"Massaraujo, me engravida ♥" 

No link da hashtag acima temos alguns tweets bem engraçados acerca dessa figura.

Sensacional.

Faltam 17.

 

   Hoje, contra o ASA, mais uma vez o Palmeiras não apresentou um grande futebol, mas cumpriu seu papel. É isso que esperamos. Não precisa passar o carro sempre. Não precisa golear todos os adversários. O que queremos é que o time vença seus adversários com autoridade, impondo sua superioridade e sem correr riscos. Se o a goleada e o futebol bonito aparecerem, melhor, mas não é o essencial.
    O início não foi nada animador. Antes do jogo, a entrevista do técnico do ASA, Leandro Campos, já mostrava a intenção do time alagoano: "enquanto a gente não tomar o primeiro gol, a gente vai conseguir administrar bem o jogo. Espero que nosso time consiga segurar bastante tempo sem tomar gol". Quer dizer, vieram pra segurar o 0x0, como já havia feito a Chapecoense, time bem superior. No início do jogo o ASA já marcava com todos os jogadores atrás da linha da bola. A movimentação de nossos jogadores de frente não era suficiente para vencer a marcação individual-com-sobra. Aí Kleina começou a mostrar que está perdido: mandou Leandro para a esquerda, e Vinicius para a direita. Vinicius só achou seu futebol quando passou a jogar aberto pela esquerda, aí o gênio manda ele ir jogar do outro lado. OK.
    Logo aos 10 minutos, o lance bizarro do jogo: Vilson foi interceptar um contra-ataque, pisou na bola e a deixou livre para os avantes do ASA, mas o lance acabou não levando perigo porque os adversários não possuem qualidade técnica e nem velocidade. 
    Outro lance nada animador durante o 0x0 foi relatado pelo repórter do PFC. Ele contou que Kleina perguntou a Wesley por que ele não estava batendo as faltas laterais próximas à área. Preste atenção, Kleina: você não tem que perguntar nada. É você que determina, nos treinamentos, quem bate a falta em cada posição. Os jogadores têm que entrar em campo com a ordem dada, e obedecer. Isso foi uma prova de falta de comando, de pulso e de treinamento. Não podemos ter um técnico desse em nosso centenário.
    A melhor chance veio com um chute de fora da área de Felipe Menezes, bem espalmado por Gilson (o goleiro deles, não o Kleina). E aí veio a surpresa: quem mostrou o caminho, quem achou os espaços, quem se levantou e gritou "sigam-me os bons" foi ele, Márcio Araújo. Com os atacantes marcados, Araújo achou o espaço para aquelas suas arrancadas improdutivas, provavelmente por ordem do próprio técnico do ASA, que deve ter dito aos jogadores "quando o Araújo vier correndo com a bola, nem se preocupem que não vai dar em nada". Na primeira tentativa ele tabelou com Alan Kardec e bateu cruzado, rasteiro, e a bola passou perto. Na segunda tentativa, a tabela foi com Vinicius, mas desta vez ele entrou na área, se apavorou na frente do goleiro e jogou na frente com muita força, mas o goleirão ajudou e derrubou o intrépido camisa 18. Penalti que Alan Kardec bateu bem no canto, rasteiro, mas sem muita força, o que deu tempo para o goleiro chegar e espalmar para escanteio.
    Porém, no minuto seguinte, Kardec se redimiu e fez a jogada de pivô de futsal. Recebeu o passe de Wesley de costas para o gol, protegeu, girou e bateu no mesmo cantinho do penalti, com a mesma força, mas desta vez o goleiro não conseguiu chegar. Um a zero e porteira aberta.
    Era de se esperar que o ASA saísse um pouco mais para o jogo depois do gol, pelo menos adiantasse a marcação, mas não aconteceu, o time de Arapiraca manteve a postura até o fim do jogo. Ainda no primeiro tempo Tiago Alves, que não havia tido trabalho algum no jogo, sentiu uma contusão e foi substituído por André Luiz.
    No segundo tempo, o Palmeiras voltou com a mesma formação. Mas, assim como havia feito conta o Atlético Goianiense, Wesley decidiu assumir a armação do time. Voltava pra buscar a bola com os zagueiros na saída de jogo, fazia a pelota rodar no ataque, fazia jogadas individuais pela direita, dava boas enfiadas de bola para Leandro e Vinícius, tomou conta do meio-campo. Mas o segundo gol não saiu de uma jogada sua, ele só apareceu pra finalizar. Quem construiu o lance foi Wendel, que recebeu no bico da grande área, tocou curto para Alan Kardec e se projetou à frente para receber de volta. A devolução de Kardec foi perfeita, e Wendel ficou frente a frente com o goleiro, para fazer o que Juninho não faz: levantou a cabeça, viu Wesley sozinho no meio da pequena área e rolou. Wesley só empurrou para o gol vazio. Golaço, jogada simples e eficiente.
    Em seguida, Kleina mandou Serginho no lugar de Vinicius, e com 3 minutos em campo o camisa 20 ampliou. Recebeu passe de Luiz Felipe, deu o totó de calcanhar para Alan Kardec e correu pra receber na frente. A enfiada de Kardec foi primorosa, e Serginho nem precisou dominar. Com calma, esperou a definição do goleiro, que caiu para o canto esquerdo, e finalizou com precisão no canto direito. Mais um belíssimo gol.
    Kleina ainda mandou Valdivia no lugar de Felipe Menezes, que começou o jogo bem acordado, mas depois dormiu de novo. E o Mago quase meteu um golaço: Vilson arrancou brilhantemente com a bola dominada desde o campo de defesa. Quase chegando na área, rolou para Valdívia que, de lado para o gol, deu a cavadinha encobrindo o goleiro. A bola beijou o travessão e saiu.
    Ainda houve tempo para André Luiz mostrar mais uma vez porque não conta com a confiança da torcida e cometeu mais um de seus já manjados erros de passe na entrada da área, que não deu em nada porque o atacante do ASA finalizou em cima do próprio André Luiz.
    A ressaltar no jogo de hoje a vontade de Leandro. Vendo que pode perder a posição, continua não fazendo grandes jogadas no ataque, mas foi um dos principais marcadores do time, estava toda hora roubando bolas no campo de defesa, marcando com raça e dedicação. É isso, com esforço e vontade, as coisas tendem a voltar a dar certo.
    No fim, os nove mil presentes saíram com a sensação de dever cumprido mais uma vez, e apenas contando os dias para o fim do pesadelo. Não faltam 17 jogos, faltam 11, no máximo 12, depois cumpriremos tabela já com o acesso decretado. Com as derrotas de Chape, Paraná e Ixpó, temos 5 pontos de vantagem para o vice-líder, 9 para o 3º colocado, e 15 para o 5º, que é o número que importa. E na próxima rodada o adversário é justamente o 5º, América-MG. Uma vitória e essa vantagem aumenta no mínimo para 16 pontos, podendo chegar a 18, dependendo dos resultados de Icasa, Boa, Sport e Avaí. É questão de tempo. Vem, 2014!

Atuações:
As avaliações de hoje foram feitas por Ariane (A), Borges (B), Juliane (J), Mark (M), Mari (MA) e Thiago (T). Para nós, o melhor do time foi Alan Kardec, e o pior foi Felipe Menezzzzzzzzes. Precisamos de Valdivia e Mendieta.

Prass - 8
A - 9
B - 8
J - 8
M - 8
MA - 9
T - 6

Luiz Felipe - 5,92
A - 6
B - 6
J - 6
M - 6
MA - 6
T - 5,5

Vilson - 6,17
A - 8
B - 7
J - 5
M - 5
MA - 7
T - 5

Tiago Alves - 5,75
A - 6
B - 6
J - 6
M - 6
MA - 5
T - 5,5

Wendel - 6,08
A - 6
B - 7,5
J - 5
M - 5
MA - 6
T - 7

Márcio Araújo - 7,25
A - 7
B - 8,5
J - 7
M - 6,5
MA - 7
T - 7,5

Wesley - 8,17
A - 8
B - 9
J - 8,5
M - 7
MA - 8
T - 8,5

Felipe Menezes - 3,25
A - 2
B - 5
J - 1
M - 2
MA - 5
T - 4,5

Leandro - 6
A - 8
B - 6,5
J - 6
M - 5
MA - 4
T - 6,5

Alan Kardec - 8,25
A - 7,5
B - 8,5
J - 8,5
M - 8
MA - 8
T - 9

Vinicius - 6,5
A - 7,5
B - 7
J - 7
M - 6
MA - 6,5
T - 5

André Luiz - 4,33
A - 5
B - 6
J - 2
M - 3
MA - 6
T - 4

Serginho - 7
A - 7
B - 7,5
J - 8
M - 6
MA - 7
T - 6,5

Valdivia - 6,5
A - 7
B - 7
J - 7
M - 6
MA - 6
T - 6

Gilson Kleina - 6,42
A - 6
B - 7,5
J - 7
M - 6
MA - 8
T - 4

Fotos de Palmeiras 3 x 0 ASA








Sabe bem o que vem pela frente: Asa

#diadePalmeiras


Dia de Palmeiras, dia de mais um jogo de Pacaembu lotado, o Palmeiras enfrenta o Asa que está na 13ª colocação e no jogo de ida ganhamos "tranquilamente" pelo placar de 0x3.



Data/Horário: 10/9/2013, às 19h30
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: Wagner dos Santos Rosa (RJ)
Assistentes: Carolina Romanholi Melo (CE) e Rafael Trombeta (PR)
Transmissão: PFC 3

O Confronto:

Palmeiras e Asa se enfrentaram 3 vezes em sua história sendo 3 Jogos, 2V 0E 1D com saldo de gols de  5-2. Em casa houve um jogo e uma vitória do verdão.

Comparando os dois times times nesta série B temos:





Asa:

O Asa, até agora, faz uma campanha regular sendo sete derrotas, duas vitórias e um empate. 

O time que entrará em campo será: Gilson; Maicon, Tiago Garça, Fabiano e Chiquinho Baiano; Glaybson, Milton Júnior, Djair e Didira; Wanderson e Lúcio Maranhão

Desfalques:

Samuel está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. 
Elionar Bombinha foi vetado pelo departamento médico. 
Outras baixas são os volantes Cal, Rudiero e Jorginho, todos machucados.


Palmeiras:

O discurso de jogadores e técnico é de tranquilidade e contribuição nos gols, ao todo são 39 gols onde 16 jogadores já marcaram, sendo assim não tem apenas um jogador responsável pelos gols.

- É importante todos contribuírem. Os jogadores têm assimilado isso bem. Quem vem de trás chega para  finalizar e os da frente também estão com bom aproveitamento. Isso faz um grupo vencedor. Não tem vaidade. Quando há um companheiro bem colocado, todos passam a bola. Se todos puderem ajudar com gols será um diferencial. É sempre válido - diz Kardec.

Kardec ainda falou sobre o Asa:

“Independentemente do adversário e da sua posição na tabela, é necessário respeitar. Lá também entram 11 jogadores. Mas o nosso objetivo tem que estar acima de tudo: buscar as vitórias para garantirmos o quanto antes a classificação para a primeira divisão. Se as vitórias acontecerem, a diferença aumenta. Ainda mais em casa, temos que jogar, colocar em prática tudo o que sabemos”, discursou Alan Kardec.

A grande novidade da equipe será o retorno de Valdivia, liberado mais cedo da seleção chilena. O Mago está relacionado, mas deve atuar apenas no segundo tempo, com Felipe Menezes como titular. 

O provável time que será escalado:

Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Tiago Alves e Wendel; Márcio Araújo, Wesley e Felipe Menezes (Valdivia); Vinicius, Leandro e Alan Kardec

Desfalques:

Mendieta suspenso pelo STJD.
Convocados: Eguren (Uruguai) e Henrique (seleção brasileira).
Ronny entorse no tornozelo direito.
Marcelo Oliveira fisgada na panturrilha direita.
Ananias lesão na coxa esquerda.
Juninho dores no púbis.
Fernandinho lesão na coxa esquerda.


Vamos Ganhar Porco!

Relacionados para Palmeiras x ASA

Após treino desta tarde, #ForaKleina divulgou a lista dos 19 relacionados para o confronto com o ASA.

Valdívia, que foi liberado pelo técnico da seleção chilena após acordo com a SEP, é o destaque da lista.

Wendel e Rondinelly aparecem mais uma vez entre os relacionados.

Confira a lista completa:

Goleiros: Fernando Prass e Bruno
Laterais: Luis Felipe e Wendel
Zagueiros: Vilson, Tiago Alves e André Luiz
Volantes: Márcio Araújo, Wesley, Charles e Léo Gago
Meias: Valdivia, Felipe Menezes, Serginho e Rondinelly
Atacantes: Leandro, Alan Kardec, Vinicius e Caio

O treino desta segunda foi focado em finalizações, ao final, Serginho, Luis Felipe e Léo Gago aprimoraram cobranças de falta, enquanto Vinicius e Wesley aperfeiçoaram pênaltis.

No primeiro turno vencemos o ASA por 0-3, com gols de Tiago Real, Kleber e Juninho. A partida será nesta terça (10), às 19h30, no estádio do Pacaembu, pela 21ª rodada.

Amendoim e suas histórias

“Viagra do Verdão, comeu, ficou taradão!” 

A frase que compõe a introdução deste texto funcionava como um slogan para muitos vendedores de amendoim na arquibancada do Palestra Itália. Reza a lenda popular de que o amendoim tem “poderes afrodisíacos”, então, nossos célebres vendedores ambulantes se aproveitavam desta curiosa trívia “científica” para arrebatar a clientela de um jeito bem pitoresco. 

A verdade é que o amendoim faz parte da cultura palmeirense de diversas maneiras. Os vendedores de amendoim eram figuras carimbadas do antigo Palestra e por mais que eu dificilmente comprasse algo deles, eles sempre me faziam abrir um sorriso quando passavam por lá utilizando essas “técnicas de venda” e até distribuindo uns amendoins esporadicamente. Nas numeradas, essa semente também fez história com a “turma do amendoim” (nome cunhado por Felipão), que ficou eternizada por ser a ala corneta do estádio, daqueles que não aliviavam nas críticas nem mesmo nos tempos áureos. Até os dias atuais alguns chamam a numerada de "turma do amendoim".

Para mim, o episódio mais marcante no que tange essas figuras interessantes aconteceu no sábado do dia 08/05/2004, 5ª rodada do Brasileiro daquela temporada. 

Era uma tarde normal, com um sol bonito e estávamos bem contentes com os resultados que antecederam aquele sábado – classificação para as quartas de finais da Copa do Brasil depois de bater o Goiás nos pênaltis no Palestra e uma goleada acachapante (4 x 0) no dérbi da rodada anterior do Brasileiro. Um dos destaques dessas partidas tinha se machucado novamente - estamos falando de Pedrinho, claro -, mas o adversário da tarde, apesar da boa campanha, não assustava.

O jogo da tarde era contra a Ponte Preta de Estevam Soares, técnico que teríamos que aturar a partir das rodadas seguintes, e André Cunha, lateral que também desembarcou no Palmeiras no início de 2005 e que não deixou nenhuma saudade. A bola rolou às 18h e como sempre, eu e meu pai chegamos com antecedência e rapidamente nos alocamos na arquibancada, em um local que depois se transformou no Setor Visa. 

Já naquela expectativa pré-jogo, algo de anormal acontecia na arquibancada. Era uma discussão veemente, mas não era entre torcedores com ânimos exaltados - algo chato, mas que as vezes acontece. Eram vendedores de amendoim que vociferavam ofensas um para o outro até finalmente chegarem às vias de fato. A porrada entre eles comeu solta e os sacos de amendoins de ambos caíram no mesmo instante, espalhando cascas por toda arquibancada.

Ninguém ali soube como reagir direito sobre o que estava acontecendo, uma briga entre os vendedores era algo inédito. Uns assistiam aquilo e riam – incluindo eu, que achei o episódio particularmente hilário – e outros aproveitaram a queda de uma boa quantidade de amendoim pela arquibancada para encher a mão, alguns até usaram a camisa para pegar uma determinada quantidade. Quando os brigões se deram conta de que além da forte probabilidade de serem removidos do estádio pela briga, poderiam também desperdiçar seus produtos, trataram de recolher os amendoins com rapidez e saíram dali rapidamente. Um episódio bem bizarro.

Em campo o time conseguiu fechar a semana com chave de ouro e galgou um belo 3 x 0 no time campineiro. Destaque para o zagueiro Nen, que marcou 2 gols. Muñoz, o burrito, fez o outro gol da partida. Nesse dia também tivemos mais uma reestreia de Claudecir, eterna promessa de volante que nunca saiu do papel.

Saímos do Palestra satisfeitos com o que foi apresentado naquela tarde. Apesar de todos os pesares extra-campo, dentro das quatro linhas, o time estava rendendo e ainda aparentava força para brigar pelas competições – apesar do vexame de sermos eliminados pelo Paulista de Jundiaí no paulistão. Ao final desse jogo em si, eu estava bem confiante para a sequência da temporada, tanto pela fraqueza dos oponentes na Copa do Brasil quanto no Brasileirão.

Mas mesmo com um resultado tão acachapante, o destaque desse dia para mim sempre será a treta entre os vendedores de amendoins, que proporcionaram boas risadas no pré-jogo e acrescentaram mais uma lembrança a respeito de amendoins.

Pelos pés (e pela cabeça) de Alan Kardec

Hoje, o convidado especial é o amigo Thiago Vitor (@thiagovitor), fazendo uma analise sobre nosso atacante Alan Kardec. Confira: 

Para conseguir gols saindo da mesmice das bolas alçadas na área, um clube precisa de meias e atacantes diferenciados, principalmente do centro-avante, homem de referência na área e maior responsável pelas finalizações a gol de uma equipe. Podemos dizer que no final de julho de 2013, o Palmeiras encontrou seu “homem gol”. 

Alan Kardec de Souza Pereira Junior, ou simplesmente, Alan Kardec; revelado pelo Vasco e com passagens por Internacional (RS), Santos e Benfica (POR), veio através de empréstimo junto ao clube português e marcou seu primeiro gol pelo Palmeiras três dias após seu anuncio oficial de chegada ao Palestra na goleada por 4 x 0 contra o Icasa no Pacaembu. 

A cada jogo mostra qualidades que o credencial para ser o camisa 9 (ou 14, como ele prefere) do centenário palmeirense. É bom no jogo aéreo, tem excelente posicionamento na grande área, é bom finalizador, tem a calma necessária para decidir um jogo e tem excelente aproveitamento nas chances oferecidas pelos meias.

Em números, Kardec é um destaque do Palmeiras. Fez oito goles em treze jogos (média de 0,6 gol por jogo) enquanto Kleber Pinheiro fez dois gols em onze jogos (média de 0,18 gol por jogo) e Caio, revelado na base palmeirense, fez dois gols em vinte e quatro jogos (média de 0,083 gol por jogo).

Não há como negar que o Palmeiras tem um atacante que inspire confiança a sua torcida. Kardec é peça fundamental no atual time e será importante no ano em que o Palmeiras será mais exigido pela sua torcida e imprensa esportiva.


Thiago Luis Vitor, Palmeirense desde sempre, roqueiro em todas as horas, cinéfilo em aprendizagem e escritor em desenvolvimento. Autor de Um Novo Mundo, Uma Nova Vida - Nascimento

Boa estreia no segundo turno. Faltam 18!

    Foi o jogo mais fácil dos 20 da série B até aqui. O Atlético Goianiense foi o adversário mais fraco e inerte. O time de PC Gusmão entrou com 4 volantes no meio, mais um improvisado na lateral esquerda. E mesmo assim não conseguiu dominar o meio-campo. Com 20 minutos de jogo, o Palmeiras já tinha 2x0 no placar e 80% de posse de bola. Isso com dois jogadores a menos, já que Felipe Menezes e Leandro dormiam em campo.
    O primeiro gol já saiu aos 11. Belo lançamento de Luiz Felipe para Felipe Menezzzzzzzzzzzes na área, mas este não acordou a tempo de dominar a bola, permitindo ao zagueiro afastar para escanteio. Na cobrança, Wesley cruzou muito bem, Vilson não alcançou, mas Alan Kardec, livre de marcação, testou no alto, muito forte, sem chances para o goleiro Roberto (Márcio, aquele, foi barrado por PC Gusmão).
    Aos 15, mais uma vez Luiz Felipe avançou pela meia-direita, mais fechado do que de costume. Nenhum dos volantes do CAG encostou, e ele bateu forte. A bola pingou um pouco à frente de Roberto, que acabou batendo roupa. No rebote, Alan Kardec, ao invés de já bater desesperadamente pro gol de primeira como faria a maioria dos centroavantes, percebeu o espaço à sua frente e dominou tirando do goleiro. O zagueiro Artur fez a falta por trás e o árbitro Vin Diesel do Agreste colocou na cal. Kardec bateu o penal com categoria e fez 2x0.
    PC Gusmão, mais um dos técnicos inventores que existem aos montes por aqui, fez a primeira alteração aos 18: tirou um dos 4 volantes no meio-campo e colocou em seu lugar um lateral-direito (John Lennon, let it be). Esse lateral-direito foi jogar na lateral-esquerda, e o volante Hernandes que estava de lateral-esquerdo foi pro meio jogar na sua posição original, volante. Assim, ele gastou uma alteração e continuou com os 4 volantes. Brilhante!
    Mas o Palmeiras tirou o pé. Parou de marcar a saída de bola, não puxava contra-ataques, preferia sair tocando, e o primeiro tempo teve 25 minutos de marasmo.
    Veio a segunda etapa, que foi um sono só. O Atlético não se arriscava, o Palmeiras não saía, e nada acontecia, até que veio o lance mais bonito do jogo: Kardec fez um belo passe em elevação para Charles, que havia entrado no lugar de Felipe Menezzzzzzzzes e estava dentro da área pela meia-direita. Ele ajeitou de cabeça para Leandro, que entrava em velocidade. Leandro dominou, deu um lençol no zagueiro Edney Sem Freio e bateu de esquerda. Um golaço.
    Aí o Palmeiras parou de vez e Fernando Prass trabalhou muito. Ainda entraram Serginho e Léo Gago nos lugares de Vinicius e Wendel. Numa jogada pela esquerda, nas costas de Luiz Felipe, o cruzamento encontrou Ricardo Jesus na área para fazer o gol de honra do péssimo Atlético, que tem tudo para ser rebaixado. Entendo que o gol foi resultado exclusivamente da acomodação do Palmeiras com os 3x0, e não é relevante. A preocupação é que um jogo que poderia ser 6x0 quase acabou em 3x2. Problema para Presuntinho Kleina resolver.
    Algumas considerações adicionais:
- chamou a atenção a pouca, quase nenhuma, vibração de nossos jogadores nos gols. Será que eles entraram na onda de uma minúscula parte de nossa torcida que acha que não se deve comemorar gols e vitórias na série B? Ou  clima não está bom? Ou nenhuma das alternativas?
- Wendel merece aplausos. Sempre joga com simplicidade, seriedade e respeito ao Manto. É muito limitado, mas cumpridor, e hoje, apesar de totalmente deslocado, ainda foi melhor do que vinha sendo o Juninho;
- ótima zaga, sem falhas de posicionamento. Pode ser uma opção, com Henrique de primeiro volante, onde se destacou nos últimos jogos da CdB/12
- boa partida de Wesley, comandando o meio tanto na marcação quanto na armação;
- Prass definitivamente conquistou a torcida;
- a posição de primeiro volante continua vaga, a meu ver;
- Vinicius, mesmo quando não joga bem, atormenta a defesa adversária e vive fase muito melhor do que Leandro;
- liderança mantida, com a segunda melhor campanha da história da série B em pontos corridos, melhor inclusive do que a de nosso rival em 2008, ou seja, estamos cumprindo com nosso dever.

Atuações:
Hoje as notas foram atribuídas aos nossos jogadores por Borges (B), Juliane (J), Mark (J), Thiago (T) e por nossa amiga Clara Paiva (@ClaraPaivasep), que gentilmente colaborou conosco. Para nós, o melhor foi novamente Fernando Prass, seguido de perto por Alan Kardec, e o pior foi Felipe Menezzzzzzzzzzzzes.

Prass - 9,2
B - 10
C - 8
J - 10
M - 10
T - 8

Luiz Felipe - 6,8
B - 6
C - 5,5
J - 8
M - 7
T - 7,5

Vilson - 6,7
B - 6,5
C - 7
J - 7
M - 6
T - 7

Tiago Alves - 5,4
B - 5,5
C - 6
J - 4
M - 4,5
T - 7

Wendel - 4,8
B - 5
C - 6,5
J - 3
M - 3
T - 6,5

Márcio Araújo - 6,5
B - 7
C - 7
J - 7
M - 6
T - 5,5

Wesley - 7,6
B - 7,5
C - 7
J - 7,5
M - 7,5
T - 8,5

Felipe Menezzzzzzzes - 2,5
B - 3
C - 5
J - 1
M - 2
T - 1,5

Leandro - 6,6
B - 7
C - 6,5
J - 7,5
M - 7
T - 5

Alan Kardec - 9,1
B - 9,5
C - 8,5
J - 9,5
M - 9,5
T - 8,5

Vinicius - 7,2
B - 7,5
C - 7
J - 8
M - 7
T - 6,5
    
Charles - 5
B - 5
C - S/N
J - 5
M - 5
T - 5

Serginho - S/N
B - S/N
C - S/N
J - S/N
M - S/N
T - S/N

Léo Gago - 5,75
B - 6
C - S/N
J - 6
M - 6
T - 5

Kleina - 5,2
B - 7
C - 6
J - 6
M - 3
T - 4

Sabe bem o que vem pela frente: Atlético-GO

#diadePalmeiras

E um novo turno se inicia e agora falta pouco para o "calvário" da série B chegar ao fim. O confronto da vez é contra o já nosso conhecido Atlético GO:




Local: Estádio Juscelino Kubitschek, em Itumbiara (GO)
Data/Horário: 7 de setembro de 2013, às 18h15
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas (DF) e Rener Santos de Carvalho (AC)
Transmissão: Band (exceto para o estado de Goias) e PFC

Confronto:

O retrospecto com o Atlético GO jogando em casa não é favorável ao Palmeiras e o torcedor deve se lembrar bem que em quatro partidas disputadas (3 jogos pelo brasileirão e 1 copa do Brasil) foram 3 vitórias e um empate, ou seja, o Palmeiras nunca venceu em "goianiense".

No histórico geral de todas as partidas são 9 jogos com: 4 vitórias do Atlético, 3 empates e 3 vitórias do verdão, tendo saldo de gols de 12 para o goianiense e 7 para o Palmeiras.

Comparando os dois times times nesta série B temos:



Mesmo as equipes estando distantes em pontuação neste campeonato podemos confirmar que termos um jogo de fortes emoções para nosso coração verde.

Atlético-GO:

O Atlético atualmente é um forte candidato para cair para a série C 2014, de 19 jogos perdeu 11 e soma 20 pontos.

Acreditam que essa partida contra o "freguês" Palmeiras seja a hora de reabilitação no campeonato.

"- Sempre o próximo jogo é o mais importante. Tem que ser o jogo da nossa vida. E será também contra o melhor adversário que poderíamos ter neste momento. Temos que ter essa ótica. Tanto para conhecermos nossas forças diante de um candidato ao título da Série B quanto para nos motivarmos novamente." disse PC Gusmão

Time provável:

Roberto; Rafael Cruz, Ednei, Artur e Ernandes; Dodó, Régis, Marino, Bida e Jorginho; Anselmo (Ricardo Jesus)

Desfalques:

Mahatma Gandhi, com lesão no joelho.
Pituca, que ainda aprimora a parte física após se recuperar de contusão na canela.

Palmeiras:

O verdão não vence há quatro jogos: Boa Esporte, Atlético-PR, Ceará e Chapecoense e tenta nesse jogo voltar a ter do seu torcedor a confiança necessária para continuar na série B e não perder a liderança uma vez que a Chapecoense ganhou ontem e é a atual líder da série B antes do jogo desta tarde.

Os desfalques continuam sendo o nosso pior adversário nesta série B, sendo no total 9 desfalques:

Mendieta (suspenso), Valdivia (na seleção do Chile) Eguren (Uruguai) e Henrique (seleção brasileira), todos convocados, além de Ronny (entorse no tornozelo direito), Marcelo Oliveira (fisgada na panturrilha direita), Ananias (lesão na coxa esquerda), Juninho (dores no púbis) e Fernandinho (lesão na coxa esquerda).

Pela dificuldade de escalar Kleina terá de improvisar (mais uma vez) o time já que não aproveita os garotos da base que substituiriam a função da "baixa":

"- Há alguns jogos trabalhamos com baixas e nesse também. Um ou dois jogadores fazem falta, mas com tantas ausências descaracteriza um pouco o time. Temos confiança no elenco e o que muda é o padrão de jogo - diz.

- Temos de saber dimensionar as coisas em um time da grandeza do Palmeiras. Em um campeonato longo como esse é impossível não oscilar. Sabemos porque houve a queda. Juntou lesão, cartão e convocação ao mesmo tempo. Mas ficamos satisfeitos porque os que entram estão se superando para deixar o Palmeiras sempre no G4"


Time provável do Kleina para esta partida:

Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Tiago Alves (André Luiz) e Wendel; Márcio Araújo, Charles, Wesley e Felipe Menezes; Leandro e Alan Kardec.


Vamos ganhar Palmeiras!